(Imagem estranha ao poema)
Na terra onde o frio a cara me gela
Quando pelo canto o meu olhar espreita
Quando pelo canto o meu olhar espreita
Eu fico à tua espera na janela
Debruçado sobre o parapeito.
Uns pelos outros vão surgindo
Gente que não me conhece aqui
As aves de todas as cores vão fugindo
Enquanto espero por ti.
Olhares que me desviam de quem passa
Passam uns pelo prazer de caminhantes
Aquando chegas tu que me abraça
Numa união de amor de dois amantes.





