segunda-feira, 16 de maio de 2011

Não sei se te volto a ver, Leirosa


Não sei se te volto a ver, Leirosa
Mesmo que para isso eu apareça mascarado
Senti o teu corpo nos meus braços generosa
Como se sempre te tivesse amado.

Praia do meu tempo de menino inquieto
Que na areia o meu coração fui fazendo
Dei-te os meus lábios num beijo directo
Nos teus, que mostraram estar querendo.

Quero repetir uma dança contigo
Suavemente vens aos meus braços airosa
Amar-te e dizer-te que sou teu amigo
Porque te quero voltar a ver, Leirosa.

7 comentários:

mfc disse...

O poema de uma saudade muito sentida!

oteudoceolhar disse...

Queres voltar a ver e voltarás … não faz sentido ser de outra maneira, de outra forma.
Mesmo que não faça sentido, mesmo que dês, um passo atrás e digas, não … o pé irá ante pé e lá voltarás.
O Teu beijo estará esperando, airosa, saudosa, a tua Leirosa.
Beijo n´oteudoceolhar *

Anônimo disse...

Adorei

Um abraço

flor de jasmim disse...

Lindo...mas triste como se fosse uma despedida, não, não digas nunca. É um poema de uma saudade muito sentida. A saudade mexe demais.
Abraço

Anônimo disse...

Nem sempre o que pareçe é.
Os poetas ou os que escrevem, não são na vida o que se lê nos poemas.
Mas aqueles(as)a quem sonham,deixem sonhar envim.

oteudoceolhar disse...

Espero que a ausência seja falta de tempo e nunca falta de inspiração.
Que tudo esteja bem.
Beijo n´oteudoceolhar*

http://www.youtube.com/watch?v=fFl6Gr--ugg&feature=related

Penso que puderás gotar Juda ...

Anônimo disse...

Nunca na minha vida este poema fez tanto sentido, mas quero acreditar que sim. Eu Amo a Minha Leirosa mesmo longe e com tantos dissabores ultimamente. EU VOLTAREI A LEIROSA PARA TE AMAR.