segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

O voar da gaivota

Não haverá bruma que te tire do meu olhar
Serás uma memória viva no meu coração
Sonharei contigo sempre que estiver junto ao mar
Nas praias onde a tua ausência será a recordação.

Não penses nos meus passeios na praia asfixiado
No horizonte os meus olhos estarão cintilantes
Recorda se quiseres o muito que me tens amado
Todos os momentos que fomos eternos amantes.

Escrevo desta maneira letras a chorar
Sílabas seguidas do meu grito a toda a hora
Sonho de um sonho que surgiu para eu amar
Que livre com as suas asas se vai embora.

Não é um adeus que aqui deixo deslumbrado
O meu desejo é ter-te nos meus braços sem saudade
Mas o tanto que me entrego e te tenho amado
Não pode impedir a tua vida e liberdade.

A vida tem muito do mar e as suas ondulações
Como o vento o oceano está sempre murmurante
Enche-nos de nostalgias e tantas recordações
Como as que ficam comigo depois de ser teu amante
.

2 comentários:

Anônimo disse...

Lindo....

Mesmo vivendo em liberdade a gaivota volta sempre.Não esquece o Mar que ama e as saudades que tem ao recordar os abraços que lhe dá o vento.

Um beijo d´el@

Sindarin disse...

olá meu amigo. Por vezes quem me dera ser uma gaivota. Um beijinho amigo